Reflexão Sobre Filme Solteiros Com Filhos

Por Rosangela Brunet
“A misteriosa fragilidade dos vínculos humanos, o sentimento de insegurança que ela inspira e os desejos conflitantes (estimulados por tal sentimento) de apertar os laços e ao mesmo tempo mantê-los frouxos” (BAUMAN, 2004, p. 8)
"Friends with Kids", o nome original dessa comédia romântica , aborda um tema super complexo e abrangente: a problemática das relações geradas pelo compromisso de estar vivendo com a mesma pessoa durante anos. Ao assistir este filme o que me saltou os olhos foi a dificuldade que os casais tem encontrado em se adaptarem com as transformações derivadas de uma relação onde o comprometimento e a tolerância com a rotina se tornou um ponto decisivo de divórcios .Após anos de convivência as pessoas tem encontrado dificuldades de lidar com o tédio e com a rotina, gerando conflitos que poderão acabar em divórcio O filme parece querer mostrar as varias formas de se lidar com isso.E na medida em que os dramas vão se desenrolando, os desfeches acabam sendo os mais variados possível .Há os que se ajustam, há os que se divorciam, há os que se encontram em relações atípicas tentando evitar o inevitável.Me parece que a maior dificuldade que o ser humano tem encontrado é encontrar um equilíbrio entre a realização pessoal , o amor e um casamento feliz.Um desafio e tanto para uma época onde a liberdade é um objeto de desejo, e ao mesmo tempo um conceito tão indefinido e desconhecido.
A trama se desenrola entre Jason (um executivo de publicidade) e Julie(um consultor de investimentos de caridade), os quais são amigos de longa data , e se tornarão pais de uma criança num novo estilo de Relação Amorosa baseada apenas na amizade , deixando de lado a atração física e o envolvimento romântico .O conflito se inicia quando ambos começam a ter relacionamentos separadamente, pondo a prova a consistência e a confiabilidade dessa proposta de relação aberta.
O mundo contemporâneo tem se transformado num cenário onde a liberdade, a paz e o amor andam sendo aclamados em alta voz em cada esquina, nas travessias das redes sociais e nas paredes do becos sem saída. Os "muros de Berlins" já caíram, as ditaduras tem sido derrubadas , a mídia e as leis andam favorecendo a liberdade do cidadão;e a gente continua clamando por ela. Que liberdade é essa que tanto ansiamos? Que clamor é esse que não se cala?
Acredita-se que a liberdade esteja na capacidade de se fazer o que se quer. Uma geração de "desgovernados " loucos pela liberdade,mas sem nenhuma disposição de assumir suas escolhas. Um fenômeno que pode estar nascendo,entre outras razões, em função de uma educação que impôs limites, e agora esse individuo se depara com as leis naturais da vida e a necessidade de encontrar equilíbrios entre suas necessidades e desejos, e as demandas sociais .Como el não aprendeu a se comprometer e respeitar o outro ele vive uma constante sensação de estar sendo cerceado e reprimido.Com isso, levanta bandeiras que defendem a "Liberdade" , sem entender o real significado da mesma.
Minha reflexão nesta postagem não tem compromisso com o falso moralismo.Não sou moralista, mas pela minha experiência tenho assistido de arquibancada um cenário lamentável,onde os relacionamentos estão sendo impactados por um conceito errôneo de liberdade. Não há mais durabilidade nas relações.O "Amor Líquido" tomou o lugar do amor seguro que tem uma história pra contar, porque suportou as tempestades, e foi corajoso para vencer o medo de se comprometer.O preço dessa liberdade tão reivindicada tem sido a solidão, a depressão e o vazio.O vazio existencial poderia ser um caminho de criação de grandes construções sociais, mas nessa cultura da imagem , gerada pela sociedade do espetáculo ,materialista e de consumo, relações superficiais são fortalecidas nessa busca incessante de liberdade desgovernada.
"Na origem de sua existência, o homem se viu como um estranho no mundo; sentiu-se solitário e temeroso. Compelido para fora da Natureza, ele rompeu com as determinações biológicas do puro instinto, permitindo que a vida tomasse consciência de si mesma através da possibilidade de desenvolvimento da razão. Segundo Erich Fromm, num momento qualquer da Natureza, essa nova espécie animal, o homem, perdeu sua plástica capacidade de adaptar-se ao ambiente selvagem, e tornou-se biologicamente o ser mais inerme e desamparado do gênero. Se, em princípio, o homem se encontrava na totalidade com a Natureza, tornou-se fragmentado e carente do sentimento de união ao afastar-se dela. Devido à sua consciência imaginativa, capaz de transcender o instante presente, ele também descobriu o involuntário fato de que sua vida termina com a morte. A razão, uma vez deduzindo a finitude humana, viu-se presa à dicotomia irresolúvel entre vida e morte. E pressentindo jamais haver tempo suficiente para concretizar todas as suas ambições de vida, então experimentou a sensação fatídica da impotência.Há, pois, conflitos existenciais filosoficamente inerentes à condição humana. E a necessidade de encontrar soluções para essas dicotomias congênitas, tanto da espécie quanto do indivíduo, é a causa original de todas as motivações psicológicas do homem. Reagindo àquelas contradições ontológicas do nascimento da consciência, a auto sobrevivência psíquica busca uma direção humana que somente se desenvolve durante o crescimento da cultura, valendo-se dos poderes imanentes a si mesma: a capacidade de amar e trabalhar numa atividade produtiva, reintegrando-se espiritualmente com a unidade cósmica, viva, da Natureza; e a capacidade de imaginação e razão, de conhecer objetivamente a realidade, a fim de tornar o espaço do mundo significativo e habitável para o homem. A bem dizer, o homem nunca deixará de tentar desfazer-se, fugir, da sua existencial inquietação interior que o impele a ser si próprio e por si próprio, ou a concluir o processo evolutivo de nascer-se humano.Essa necessidade básica de reintegração e unidade encontra, na psique, duas alternativas de solução. Numa delas, pode-se querer inconscientemente regredir à vida animal pré-humana anterior à racionalidade, com o propósito de apaziguar a insuportável sensação de isolamento. De que maneira? Abolindo a consciência de si mesmo, de suas qualidades humanas intrínsecas a serem desenvolvidas; fugindo às responsabilidades e esforços do crescimento e da liberdade. Nessa intenção regressiva de sedar os conflitos internos da mente, os indivíduos podem criar ideologias, socialmente aceitas, e prazeres narcisistas que recalquem a angústia ontológica do sentimento de solidão. Além de evitarem a percepção racional, também falseiam uma relação harmônica e integradora com o mundo. É o caso da violência urbana coletiva, num quadro de folie a millions, quando milhões de pessoas compartilham consensualmente dos mesmos vícios, de uma maneira não-problemática; numa sociedade “neurótica” igualmente regressiva. O mesmo acontece com as graves psicopatologias individuais, sendo estas as fugas regressivas que não foram culturalmente assimiladas como “normalidade”. Como revela o título da obra, é o medo à liberdade."Will Goya 
Vivemos num ritmo de vida onde não há mais lugar de descanso para a alma;o psiquismo não comporta a quantidade de pressão externa e interna que estamos sofrendo, e esta entrando em colapso devido a grande quantidade de energia gasta pra resolver conflitos. A ansiedade,o estresse , a depressão, a síndrome de Pânico, o TOC, etc são exemplos de falta de paz. A OMS (Organização Mundial de Saúde), tem estudos que afirmam que até 2020 a depressão será a doença mais incapacitante em todo o mundo. 
Sabe-se que n época da juventude as pessoas conseguem conviver com mais facilidade com a instabilidade e com as incertezas que o desgoverno promove,mas mesmo estes jovens estão adoecendo mais.O frisson da aventura tem se transformado em necessidade de terror.O medo se tornou paralisador para alguns, e o foco de outros.Os esportes radicais se tornaram mais procurados, o consumo de droga aumentou ;e o amor tem se tornado uma desilusão para muitos.Nunca se amou tão pouco e nunca se experimentou com tanta intensidade a rejeição e o abandono pelas relações facilmente descartadas.
Para Erick From em " O Medo á Liberdade",a liberdade exige responsabilidade pelas escolhas que se faz .Nada passa desapercebido.O que decidimos fazer vai nos custar um preço ou um prêmio.E é nesse viés que a liberdade se constrói. A liberdade anda de braços dado com o amor, pois eu sou livre até eu me esbarrar no outro. Esse é o limite da minha liberdade. E nesse confronto as relações tem se transformado, a sociedade tem se perdido em conceitos fantasiosos , e a vida tem sido banalizada.Tudo se tornou rápido demais porque o indivíduo é livre para fazer o que quer ,mas não consegue se satisfazer com o resultado das escolhas.Então continua em busca insaciável pelo próximo prazer e pela próxima aventura,pois não aprendeu a suportar frustração e não conhece o valor das coisas, e sim o preço.
"Erick Fromm faz assim uma análise da patologia da alienação psíquica inconsciente da sociedade industrial, que se caracteriza pelo comportamento social consumista e pelo sistema patriarcalista autoritário, reclamando uma necessidade ética urgente de mudanças nas determinações sócio-econômicas. Do ponto de vista psicopatológico, segundo ele, o centro gravitacional da cultura capitalista é o consumismo passivo. O consumo, no entanto, é próprio da vida, do crescimento biológico e das relações humanas; afinal, precisa-se comer, vestir, trocar valores de uso econômico e outros. Todavia, há uma espécie compulsiva de consumo que unicamente visa aliviar a ansiedade, a insegurança ou mesmo o desespero subjacentes à nossa época. Ironicamente, constata ele, o homem contemporâneo, com seu avançado conhecimento intelectual, desconhece-se enquanto totalidade espiritual, não sabe bem o que deseja e por isso não consegue satisfazer-se plenamente, sentindo-se vazio de realização"[1]
Um dos fenômenos responsável pelo vazio é a psico-adaptação. A psico-adaptação atua no inconsciente, em harmonia com a inteligência , e influencia a história de uma pessoa no que se refere a satisfação e realização. Esse fenômeno é um fator determinante que conduz o ser humano a ser constantemente insatisfeito.Por um lado é uma mola propulsora de ação que faz uma pessoas busca novas experiências e garantir prazer de viver. 
"A repetição do mesmo elogio, da mesma ofensa, mesma paisagem, tela de pintura ... faz com que a emoção se psicoadapte e perca a capacidade de reação. Com o decorrer do tempo, ficamos insensíveis. As mulheres sabem bem disso. Quando compram uma roupa e a usam pela primeira vez, elas experimentam um grande prazer. Entretanto, após usá-la algumas vezes, perdem o encanto por ela. O mundo da moda surge pela atuação traiçoeira do fenômeno da psicoa-daptação. A maior parte das mulheres não sabe por que tem uma necessidade compulsiva de estar no rigor da moda. Na base dessa necessidade cada vez mais comum em nossos dias está o que poucos enxergam, uma exacerbação da atuação do fenômeno da psicoadaptação, que provoca um alto grau de ansiedade e insatisfação.
A primeira vez que colocamos um quadro de pintura na parede, extraímos o prazer de cada detalhe dele. Após um mês, talvez passemos por ele sem sequer notá-lo. Podemos psicoadaptar-nos a tudo o que está ao nosso redor. Até mesmo à nossa própria miséria. Os que se adaptam à sua miséria psíquica e social nunca conseguirão fazer uma “faxina” em suas vidas.
Quanto mais uma pessoa tiver dificuldade em extrair prazer daquilo que possui, mais infeliz e angustiada será, ainda que tenha privilégios financeiros. É possível ter muito e ser pobre no cerne da emoção. Por isso, sempre digo que há ricos que moram em favelas e miseráveis que moram em palácios.
A psicoadaptação nem sempre é ruim. Há situações em que ela é extremamente útil, pois pode aliviar-nos as dores e frustrações. Ao passarmos por um fracasso, podemos ficar muito angustiados. Todavia, com o passar do tempo nos psi-coadaptamos a ele e, conseqüentemente, podemos superá-lo, bem como a angústia dele decorrente.
Do lado negativo, o fenômeno da psi-coadaptação contribui decisivamente para gerar no palco da psique humana experiências de tédio, rotina, mesmice e solidão. Porém, mesmo em tais situações, podemos vislumbrar algo positivo na atuação desse fenômeno. O tédio e a rotina geram uma insatisfação oculta que nos impele a superá-la. Dessa busca inconsciente de superação, surge toda forma de criatividade humana. Por que a arquitetura, a literatura, a música e todas as formas de artes estão em contínuo processo de transformação? Olhem para o estilo dos carros, o design está sempre sendo modificado. Muitos filósofos e pensadores da Psicologia não compreenderam, mas o fenômeno da psico-adaptação gera uma angústia existencial que impulsiona o homem a buscar novas formas de prazer, novos estímulos que o animem.Apesar de esse fenômeno ter força para alavancar a criatividade, se ele produzir uma insatisfação contínua e acentuada, que não é superada, pode conduzir à instabilidade emocional e à angústia crônica. Os que nunca terminam o que fazem e sempre reclamam de tudo o que têm, padecem desse transtorno. Se aprenderem a ser amigos da perseverança, a lidar com a angústia existencial e a contemplar os pequenos detalhes da vida, é possível que resolvam esse transtorno emocional."[3]
A interação com o meio e aprender a estar no aqui e agora, á fim de extrair prazer daquilo que esta ao seu redor e admirar o que se tem é uma condição essencial para a saúde mental e realização pessoal, pois não há satisfação legítima de necessidade se não considerarmos que o que desejamos esta na maior parte das vezes no ambiente em que vivemos, e que para isso a inter-relação é um meio indispensável para se obter o objeto de desejo.Mas para se obter o que se deseja há uma necessidade de identificar onde esta o objeto de desejo, como consegui-lo e depois aprender a apreciá-lo .Este é um antídoto contra a psico-adaptação que que promove a angústia e o vazio.
Enfim, pra mim a Liberdade é a dádiva de realizar tudo o que nos faz realmente feliz, e aprender sempre nova formas de prazeres paralelos que não interfiram na felicidade do outro. E é nesse momento que a Paz da felicidade é a grande Panaceia das relações. Deixo um texto sobre "Amores Líquidos" para reflexão.
"A modernidade foi marcada por relacionamentos frágeis e efêmeros. " (BAUMAN, 2004, p. 8). diz : " a fragilidade dos vínculos humanos são misteriosos, conflitantes e inseguros na medida em que o homem contemporâneo está abandonado ao seu próprio aparelho de sentido, de modo que tal aparelho tem, ao mesmo tempo, grande facilidade de conceder e descartar sentido nas “relações amorosas”. 
O homem moderno, ávido por relacionar-se, ao mesmo tempo em que busca uma relação, e desta maneira repudia a solidão, não abre mão de sua liberdade, e para manter a liberdade mantêm a relação, entretanto com uma outra configuração . 
Desta maneira, temos um novo modelo de relação amorosa: é a relação líquida, frouxa. 
O homem moderno busca o outro pelo horror à solidão, mas mantêm este outro a uma distância que permita o exercício da liberdade. Diante da dúvida é que o outro e o eu se relacionam, toda relação oscila “entre sonho e o pesadelo e não há como determinar quando um se transforma no outro”.
A co-presença da satisfação e insatisfação da relação traz mais uma vez a dúvida à baila: devemos escolher sabendo dos riscos do nosso investimento, todavia, os casais “estão sozinhos em seus solitários esforços para enfrentar a incerteza.Bauman deixa claro que a relação pode acabar numa manhã de sol que o outro – este que um dia antes disse “eu te amo – levanta-se da cama e exclama: acabou!Como entender tal mistério? Quais idéias que se auto-organizaram para tal catástrofe? – catástrofe para aquele que perde o objeto de amor “garantido”. Como sobreviver depois deste salto, ou melhor, do céu ao inferno em uma noite? “O amor, dirá Bauman, pode ser, e freqüentemente é, tão atemorizante quanto a morte. [...] Assim, a tentação de apaixonar-se é grande e poderosa, mas também o é a atração de escapar.” (BAUMAN, 2004, p.23). Diante desta atração e medo o homem faz suas escolhas e Bauman as analisa.
O relacionamento passa a ser um investimento: a satisfação e a dor são proporcionais ao investimento. “Um dilema, de fato: você reluta em cortar seus gastos, mas abomina a perspectiva de perder ainda mais dinheiro na tentativa de recuperá-los. Um relacionamento, como lhe dirá o especialista, é um investimento como todos os outros: você entrou com tempo, dinheiro, esforços que poderia empregar para outros fins, mas não empregou, esperando estar fazendo a coisa certa e esperando também que aquilo que perdeu ou deixou de desfrutar acabaria, de alguma forma, sendo-lhe devolvido – com lucro.” (BAUMAN, 2004, p. 28). O investimento pressupõe “lucro” – uma relação firme e feliz capaz de gerar satisfação para sempre –, todavia, não tendo este como resultado o que resta é uma desolação de tempo perdido e trabalho desperdiçado como esforço inútil. Baumam salienta que um relacionamento ocasionará muita “dor de cabeça” (BAUMAN, 2004, p.8), mas antes de qualquer coisa e acima de qualquer estância “uma incerteza permanente”. (BAUMAN, 2004, p. 29). O ar pessimista da obra mostra que a mesma dificuldade que se tem para amar pode ser transposta para a morte, pois é tão difícil aprender a amar quanto a morrer.
Os “insights” de Bauman na obra “Amor Líquido: sobre a fragilidade dos laços humanos” são inúmeros e destacam comportamentos do nosso dia a dia, do que há de mais concreto na vida do homem moderno com suas relações de amor: seus acessórios tecnológicos – que alimenta a crença de um mundo melhor e tranqüilo –, a busca ensandecia pelo sentido, a crença no amor como oasis em um mundo trágico e violento, as relações como uma rede computacional, a imprevisibilidade das relações, a queda da distinção entre o regular e o contingente, a traição, os relacionamentos de bolso – que podem ser usados quando as partes bem entenderem –, o cartão de crédito como forma de antecipação da satisfação, a subordinação do amante e a opressão do amado, etc. “Todos os amantes desejam suavizar, extirpar e expugnar a exasperadora e irritante alteridade que os separa daqueles a que amam. Separar-se do ser amado é o maior medo do amante, e muitos fariam qualquer coisa para se livrarem de uma vez por todas do espectro da despedida. Que melhor maneira de atingir este objetivo do que transformar o amado numa parte inseparável do amante? Aonde eu for você também vai; o que eu faço você também faz; o que eu aceito você também aceita; o que me ofende também ofende você. Se você não é nem pode ser meu gêmeo siamês, seja o meu clone!” (BAUMAN, 2004, p. 29). O relacionamento na pós-modernidade seria mais uma forma de massificação e obliteração da subjetividade? A crítica filosófica – diante deste ataque à capacidade humana de pensar, refletir e entender as relações – seria uma forma de voltar à caverna para trazer à luz os casais presos e encantados com as sombras da caverna? Bauman dá os primeiros passos neste resgate." [4]


Refrências:

[1] http://www.filosofia.com.br/vi_classic.php?id=9
[2] Fromm, E. O Medo à Liberdade. 14ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1983.
[3]Trecho do Livro A pior prisão do mundo, de Augusto Cury
[4]Por Andrei Venturini Martins. Livro: Amor Líquido: sobre a fragilidade dos laços humanos.Autor: Zigmund BAUMAN. Jorge Zahar, Rio de Janeiro, 2006. Trad. Carlos Alberto Medeiros.

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