sábado, 8 de fevereiro de 2014

Surrealismo No Ensaio Fotográfico de Tommy Ingberg : Conexão Interior

Por Rosangela Brunet
Ensaio Fotográfico de  Tommy Ingberg


"Normalmente a pessoa não pergunta :Quem sou eu? A identidade de cada um é tida como certa.Toda pessoa traz consigo carteira documentos que servem para identificá-las....mas quando a insatisfação se transforma em desespero, e a insegurança dá lugar ao pânico o indivíduo começa a se perguntar:Quem sou eu?" 
Alexander Lowen 

Fotografia de Tommy Ingberg
"Inside"
Mas é necessário entender o que significa a palavra "Eu" Daniel Grandinetti explica isso muito bem neste trecho de Lowen a seguir: "Somos o filho de alguém, o morador de algum lugar, o torcedor do time tal, que exerce essa profissão qual, tem essas qualidades e aqueles defeitos. O sujeito só se define pelos seus objetos. Ou seja, na prática, definimos nosso eu por aquilo que temos, por aquilo que fazemos, pelas nossas relações com outras pessoas, com lugares ou situações... Jamais definimos nosso eu por aquilo que somos. Pois, na verdade, o eu não é nada, além disso, tudo...O eu é justamente a identidade com

tudo isso. Mas, se por um lado o eu é a identidade com tudo isso, por outro ele precisa ser diferente de tudo isso. O eu não pode ser simplesmente idêntico ao mundo. Para ser no mundo e viver nele, ele precisa se distinguir dele. Assim, o eu que vive e se relaciona no mundo é consciente de ser diferente desse mesmo mundo, e sua identidade com ele permanece inconsciente."[1]

A individualidade precisa ser respeitada e protegida para que as relações se tornem saudáveis e sólidas. Não se pode conceber uma relação construtiva onde um dos componentes não percebem suas reais necessidades e desejos , os coloca na mão do outro.
“ A questão das relações humanas e da conexão interior é urgente na nossa sociedade ,dada a atomização dos homens, que se amontoam uns sobre os outros e cujas relações sociais se movem com desconfiança disseminada”Carl Gustav Jung
É necessário refletir sobre a importância da tomada de consciência através do autoconhecimento como base de alcançarmos o equilíbrio promovendo motivação. A motivação tem sido um desafio para os gestores , o conceito de equilíbrio tem sido cada vez mais divulgado,porém continua uma escalada longa e cansativa. Pouco se sabe sobre o que realmente é felicidade. As buscas pela satisfação dos desejos vão se tornando cada vez mais intensa,porém cada prazer tem sido substituído rapidamente por outro objeto de desejo numa velocidade assustadora.É época das relações líquidas , da superficialidade e da dificuldade de permanência de vínculos
O vazio existencial tem sido, em muitos casos, a alavanca da busca frenética de consumo . O excesso tomou o lugar do que é legítimo . A durabilidade dos vínculos relações e os valores essenciais se tornaram produtos escassos na prateleira das relações interpessoais, causando impacto na formação da família e da sociedade.Quanto mais temos,quanto mais intenso , mais precisamos ter em menos tempo,porque nada mais nos satisfaz por muito tempo.O fato de querermos intensamente e urgentemente alguma coisa nos torna cada vez mais efêmero e vivendo fenômenos de difícil avaliação e validação Tem sido difícil detectar a
"Safe"
motivação que esta por trás de cada comportamento.Isso porque pouco se sabe de si mesmo, mas por ironia da vida, a globalização aproximou o mundo todo de todo mundo.Mas porque corremos tanto , porque e o que desejamos tanto durante tão pouco tempo,e o que tipo de sofrimento podemos encontrar por trás de cada dor,frustração, raiva ou alegria,após cada derrota ou cada vitória conquistada na vida? 
Vou dar um exemplo de Leonardo( pessoa fictícia) , um rapaz de 16 anos que ama Tênis e canaliza toda sua energia para ganhar uma competição. Ele sente prazer de estar ali horas a fio treinando e dando tudo de si. Mas quando perde uma partida ele se sente irado. Se torna irritado e não consegue administrar esta perda.Tudo estaria muito bem se sua motivação fosse legítima e, ele tivesse equilíbrio para lidar com suas emoções.Seria perfeito se o jogo que ele jogasse estivesse amparado pelas forças internas que o  direcionasse a um felicidade legítima.
Motivação e Equilíbrio estão diretamente ligados.Se minha motivação é compensar uma inferioridade, um sentimento de vazio, uma necessidade de atenção, uma busca pelo afeto ou amor do outro, a um descontrole qualquer que o levasse a competir de forma obstinada, então , esta motivação não conseguirá suportar a pressão do sucesso e do fracasso. Não haverá estrutura para servir de apoio na hora de gerenciar as emoções .
Como vimos no caso de Leonardo, além de sua pouca idade, provavelmente havia ali uma motivação encoberta para competir. 
Esta introdução que fiz foi apenas para mostrar a importância do autoconhecimento,a habilidade de gerenciar nossas emoções e seu impacto no comportamento.
Se nos conhecermos melhor poderemos aprender a lidar com nossas emoções, e consequentemente poderemos lidar melhor com nossos fracassos e sucessos. E depois de sabermos lidar com o que é nosso será muito mais fácil lidar com o que é do outro.
Mas para nos aprofundar mais no assunto vamos tentar entender os conceitos de Motivação e equilíbrio. 
Antes de continuar gostaria de dizer que esta reflexão não é uma espécie de descoberta absoluta ou imposição teórica. Ainda que possa parecer o que falo aqui nada tem a ver com juízo de valor. Não estou tentando mostrar o que é certo ou errado, e sim o que pode ser mais
"Shell"
saudável para cada um,já que somos indivíduos e funcionamos de forma diferente.
O primeiro conceito que quero abordar e Motivação. Motivação é aquilo que nos move, nos tira do lugar em direção a algo ou a alguém. Motivação nada tem a ver com ser empurrado, pressionado ou manipulado.Motivação vem de dentro para fora, e deve ser diariamente investigada para possamos ter certeza de que não estamos sendo levados ao invés de estarmos nos conduzindo. Devemos ser os condutores da nossas vida, e não uma massa de manobra na mão de manipuladores. Outro dia li uma frase .Não conheço o autor, mas vale citar aqui "O suor da tua testa sustenta o banquete de que festa? 
Em outras palavras.O que faz você se desgastar tanto e produzir ? Quanta energia você esta gastando com você mesmo? 
Uma das teorias da motivação mais aplicadas é a de Abraham Maslow (1908-1970). Esta teoria acredita que todo ser humano possui diversas necessidades hierarquizadas como uma pirâmide.Uma pessoa se sente motivada em função desta hierarquia .É necessário e fundamental identificarmos em qual categoria estamos para que possamos refletir e trabalhar em direção daquilo que desejamos alcançar. Porém nem sempre esta hierarquia se manifesta para nós com tanta clareza. Ela com muita frequência se encontra misturada e disfarçadas de outras necessidades.É necessário trabalhar arduamente pra entender esta dinâmica , e muitas vezes obter ajuda profissional pra que isso se torne consciente .Não basta ter energia para sair do lugar , para se mover...é necessário se mover em direção ao objeto que te dará realmente prazer ou te afastará de alguma dor desnecessária.Nessa hora que entra o autoconhecimento.



Carl Rogers acredita que "o ser humano tem a capacidade manifesta ou latente de compreender-se a si mesmo e resolver seus problemas de modo suficiente para alcançar a satisfação e eficácia necessária ao funcionamento adequado” Mas essa não é uma tarefa fácil.É uma jornada longa e trabalhosa. É preciso coragem para enfrentar aquilo que não conhecemos."Torna-te quem tu és" é uma frase desafiadora e a gente tem a vida toda para
"Between"
entender seu significado .E como se sabe , este é um trabalho difícil e árduo ,pois exige tempo, coragem e persistência.Há muito o que se conhecer e desbravar ,pois ao longo da vida vamos internalizando discursos, valores, palavras, sons ,vozes, desejos, sensações, vontades e sentimentos que não são nossos.

Um exemplo simples. Algumas pessoas quando estão com sede bebem refrigerantes ,e não água. Aprenderam a saciar sua sede(necessidade legítima) adquirindo um hábito que é resposta a um desejo criado pela propaganda da empresa que precisa vender seu produto, e cria na pessoa a "necessidade " de comprar. Mas verdadeiramente qual é a necessidade legítima: matar a sede ou tomar o refrigerante. Outro exemplo são os anúncios nos prometendo sucesso e amor se comprarmos o produto x ou y , e isso sempre associando a ideia de modelos e referências a seguir.Segundo Allisson Vasconcelo Oliveira e Isabelle Fernandes Vieira de Matos Rocha, "A política da sociedade busca encaixar as pessoas em categorias convenientes a ela, sendo bonito, feio, gordo, magro, nerd, popular, louco, inteligente ,burro, etc são alguns deles. Por mais fácil que seja viver sobre um rótulo, como são apenas máscaras que escondem o verdadeiro eu, serão quebrados. A compreensão sobre si mesmo e a busca de agradar a si e não a sociedade se mostra como o melhor método de superar esse desafio social."
Lembrei de um evento muito bonito que se utilizou de umas das teorias da Psicologia, explorando a expansão da consciência através da exploração dos sentidos para obtenção do prazer.

Uma clássica manipulação da mídia para vender um produto .Mais na frente veremos uma forma de pensar nesta expansão de consciência para sermos cidadãos felizes de forma legítima e plena.Pois a felicidade e o prazer que eles estão vendendo é justamente esta forma de felicidade aprendida e impossível de se atingir. , a qual me refiro .

Veja o que diz Isleide Arruda Fontenelle sobre a importância do maketing na formação de uma sociedade:

"No livro The consumer trap, o sociólogo Michael Dawson (2005) utiliza-se de uma analogia – do efeito piranha – para enfocar a importância do marketing na formatação de uma sociedade e de uma mentalidade de consumo. Referindo-se aos estudos de zoólogos sobre o comportamento das piranhas na América do Sul, Dawson (2005) revela como, embora uma piranha tenha dentes muito afiados e cortantes, individualmente elas não apresentam muita ameaça, enquanto podem ser devoradoras quando atacam em grupo.Esse efeito piranha forneceria uma explicação para a influência do marketing dos grandes negócios nas vidas dos norte-americanos, que, para Dawson, é conseqüência de um forte investimento das grandes corporações em estarem constantemente apoiando a invenção e o refinamento de poderosas técnicas de pesquisa voltadas a captarem o comportamento que leva ao ato de compra. Isso gerou um crescimento exponencial de investimentos corporativos que levassem o “estímulo de marketing” a todas as esferas da vida, cercando as pessoas de uma grande quantidade de mercadorias e reforços efetivos de formas de viver prescritos pelas corporações. E como esse padrão de exposição ao estímulo de marketing é renovado a todo o tempo, isso exerce sobre o comportamento um efeito bola de neve, com as vidas tornando-se crescentemente inscritas sob os efeitos da exposição presente e passada às campanhas de marketing."[4]

Neste texto abaixo de Eckhart veremos um relato sobre a complexidade que nos aguarda quando nos dispomos a desvendar nosso eu. 


"O ego não consegue distinguir entre uma situação e sua interpretação de uma reação a essa situação. Podemos dizer "Que dia horrível!" sem atentarmos para o fato de que o frio, o vento e a chuva ou qualquer elemento ao qual estejamos reagindo não são horríveis. Eles são como são. O que é horrível é nossa reação, a resistência subjetiva a eles e a emoção que é criada por essa resistência. ...o ego sempre interpreta mal o sofrimento como um prazer porque, até determinado ponto, ele se fortalece por meio desse estado negativo(...) " (Eckhart Tolle)

O self vai sendo construído pela relação que vamos tendo ao longo da vida, e neste caminho muitos de nós nos deixamos para trás. Timothy Gallwey  faz uma separação do self em duas partes.Ele separa o Sejf em Self 1 e Self 2.O Self 1 é cheio de ansiedade, angústias, medos, dúvidas, contradições, pois é composto de pensamentos, sentimentos, emoções aprendidas pela experiência.Ali estão os pensamentos engessados, as percepções distorcidas, os valores introjetados, a consciência condicionada pelo passado e pelas expectativas de futuro.Já o Self 2 é livre, eterno, impessoal, completa e feliz por si só Não depende de condições,mas se for acionado é a fonte de realização pessoal e sabedoria . Nesta dimensão se concentra o força de vencer os obstáculos, ali esta a fonte da criatividade, e capacidade da escolha. Para vencer o jogo da vida é preciso calar o Self 1 e dar lugar ao Self 2. Mudar o foco , tomar consciência, expandir a consciência.Estes são caminhos de transformação e crescimento.Vencer a si mesmo e ganhar o jogo.

"Em geral, percebemos a natureza das coisas de uma maneira equivocada.A diferença entre o que realmente é e o que percebemos, é a fonte do sofrimento.Se transformarmos nossa mente, aprenderemos a ver a realidade como ela é, sem a interpretar, no momento presente. Deixaremos de aprende-la em função de nossas projeções.É uma condição fundamental para desenvolver a Paz de Espírito."Dalai Lama

Carl Gustav Jung diz que "o pêndulo da mente se alterna entre perceber e não-perceber, e não entre certo e errado.Segundo Mauro Pennafort "toda a informação que chega ao nosso cérebro é comparada com a informação anterior e o sistema nervoso automaticamente procura adequar os novos dados aos padrões já registrados.Por isso quanto mais você sabe, mais consegue aprender. E por isso também as pessoas que pensam que já sabem demais têm dificuldade para aprender coisas novas. Pennafort diz que Carl G. Jung estudou as diferenças de percepção de uma mesma situação para pessoas com históricos de vida diferentes e chegou ao famoso princípio que é também um dos pressupostos mais importantes da programação neurolinguística: "percepção é projeção".Ou, como disse Anais Nin, não percebemos as coisas como são, vemos as coisas como somos"

Soares Felipe comentando sobre esta colocação de Zemmmerberg ,diz que "Nossos olhos não vêem nada. Quem vê é o cérebro.O ambiente propaga frequências de luz (ou energia) e o cérebro monta "a imagem" que nós pensamos estar vendo diante os nossos próprios olhos. Mas tudo acontece no cérebro. A luz passa pela retina e somente então a imagem é processada"

Voltando ao nosso jogador de Tênis Leonardo, vou parafrasear Timothy Gallwein, dizendo que para "ganhar um jogo tudo que ele deveria focar seria seu corpo e a bola" No entanto, no caso dele outras questões estavam em jogo. Então, a sabedoria a ser utilizada por ele ,talvez, não fosse achar uma nova forma de jogada para ganhara partida, mas encontrar no nível profundo fundo de sua alma uma velha jogada esquecida pela insegurança, falta de autoconfiança, ou excesso de autojulgamento.O fato é que quando entramos no campo para jogar, junto entra também todo o nosso passado, nossas experiências, e conhecimentos adquirido ao longo dos anos.E, isso pode ser o nosso maior oponente.

Maurilio Carneiro Coura "O nosso cérebro grava TUDO o que vê, ouve, sente, pensa... desde antes do parto. O Nosso cérebro é dividido em dois: físico - o que morre e vai se decompor, o não-físico, que mantém tudo aquilo que gravou durante a vida material. Confirmado por cientistas."

Em minha opinião, então, o grande desafio é alcançar um estado de consciência onde possamos obter essa plena percepção do que necessitamos para sermos felizes. E, assim ,termos equilíbrio para buscarmos no meio aquilo que nos satisfaz promovendo saúde física e mental.Nesse caminho ser capaz de discernir a diferença entre a dor que faz crescer da dor que impede a constituição do Ser. Há dores que destroem os mecanismos de crescimento.É necessário se livrar dela tomando decisões assertivas. Há dores que fazem crescer apesar de nos afastar do prazer que nos paralisa a buscar o real sentido de vida.

(Ginger, 1995)[3] diz que "O homem saudável identifica sua necessidade dominante em determinado momento (figura), escolhe a forma de satisfazê-las e se dispõe a atender à nova necessidade (nova figura), dando curso ao fluxo permanente de formações e dissoluções de gestalten"
Partindo deste princípio podemos dizer que a subjetividade é uma realidade e uma dádiva, o indivíduo é um mistério a ser desvendado.Não se pode tratá-lo como se fosse ele um produto acabado. Cada ser é único nesse universo,cada digital tem sua impressão própria.Nada se repete.Nenhum pensamento se origina da mesma fonte.Nenhuma experiência produz
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,rigorosamente, o mesmo comportamento.Nada pode ser definido como absoluto. 
Por isso,é necessário olhar com cuidado para o foco verdadeiro da nossas atenção: a busca de si mesmo. Sem esta busca gastamos a energia psíquica com sentimentos e situações que nos distraem dos verdadeiros , valores . Além disso ,corremos o risco de fazermos parte da massa manipulada e controlada pelo sistema capitalista e cultura do excesso. Podemos passar uma vida inteira vivendo a vida de outra pessoa. Talvez até mesma a pessoa que você pensa que é .O afastamento gradativo do contato consigo pode provocar este fenômeno "[2]
Segundo RUDIO (2001) "Ser, enquanto construção pessoal, é fruto da responsabilidade assumida com relação à própria existência, na busca de mantê-la e aperfeiçoá-la; é buscar realizar-se dentro das condições de seu existir no mundo.Não-Ser é a negação de si, infidelidade para consigo mesmo e a frustração das próprias realizações pessoal. Sabe-se que as demandas sociais são selvagens, e as exigência internalizadas ao longo da vida nos transportam para uma distância anos de luz de nós mesmos.Mas segundo Frederick Perls “Quanto mais a sociedade exige que o indivíduo corresponda aos seus conceitos e ideias, menos eficientemente ele consegue funcionar” 
Por isso Friedrich Nietzsche propõe uma ruptura com esse sistema mecanicista ao dizer : "espírito livre é aquele que pensa de forma diferente do que se espera dele, em virtude de sua origem, de seu meio, de sua posição e de seu ofício, ou em virtude dos pontos de vista dominantes de sua época."
É essencial essa busca pela autenticidade e liberdade de ser.Liberdade enquanto Ser aquilo que se é, e não fazer o que quiser.Para isso é necessário um trabalho árduo e uma coragem de ferro,á fim de com muita resiliência nos opor aos movimentos contrários que tentam nos fazer dobrar diante da trama de falsificação existencial.

"Cada um precisa organizar o caos em si, de tal modo que se concentre nas suas necessidades autênticas. Sua sinceridade, seu caráter vigoroso e verdadeiro precisa se opor algum dia ao que apenas sempre repete o já dito, o já aprendido, o já copiado. (…) o conceito de cultura com uma physis nova e aprimorada, sem dentro e sem fora, sem dissimulação e convenção, como uma unanimidade entre vida, pensamento, aparência e querer.”Friedrich Nietzsche
Não há maior recompensa maior do que ser aquilo que se é e, ainda assim ser amado.Sabendo "Algumas pessoas irão te amar e não será porque você é engraçado,será porque eles precisam rir.Algumas pessoas vão te odiar e não será porque você é arrogante,será porque você se parece com os pais delas.As pessoas não odeiam você por quem você é,elas odeiam a parte delas que você reflete..As pessoas vão te amar,as pessoas vão te odiar,e nada disso terá nada a ver com você”.Como disse James Broughton :"Os únicos limites são os da sua própria visão."

"Se não quisermos ser feitos de tolos pelas nossas ilusões devemos, pela análise cuidadosa de cada fascínio, extrair deles uma parte de nossa personalidade, e reconhecer lentamente que nos encontramos conosco mesmos repetidas vezes, em mil disfarces, no caminho da vida." Carl Gustav Jung:
Eu termino esta reflexão com algumas perguntas: O que realmente te faz feliz? Que preço você paga por esta felicidade? Ela é tua ou de quem te ensinou a comprá-la?




Referências:

[1]Alexander Lowen (O Corpo Traído, p.15)

[2] Rosangela Brunet,In: "Percepção e Projeção":]http://consultoriopsicologico.weebly.com/meus-textos.html
[3] (Ginger, 1995),In: "Mecanismos de Defesas Segundo a Gestatlt Terapia"
[4] Isleide Arruda Fontenelle,In:"Psicologia e marketing: da parceria à crítica"
Leia o Texto "O Prazer e a espontaneidade":http://consultoriopsicologico.weebly.com/1/post/2013/12/perda-da-espontaneidade-no-mundo-moderno.html

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