terça-feira, 19 de junho de 2018

Transtorno de Personalidade Dependente F60.7 - 301.6

Fonte: Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-V)

Características Diagnósticas

A característica essencial do Transtorno da Personalidade Dependente é uma necessidade invasiva e excessiva de ser cuidado, que leva a um comportamento submisso e aderente e ao medo da separação. Este padrão começa no início da idade adulta e está presente em uma variedade de contextos. Os comportamentos dependentes e submissos visam a obter atenção e cuidados e surgem de uma percepção de si mesmo como incapaz de funcionar adequadamente sem o auxílio de outras pessoas. Os indivíduos com Transtorno da Personalidade Dependente têm grande dificuldade em tomar decisões corriqueiras (por ex., que cor de camisa usar para ir ao trabalho ou se devem levar o guarda-chuva) sem uma quantidade excessiva de conselhos e reasseguramento da parte dos outros (Critério 1). Esses indivíduos tendem a ser passivos e a permitir que outras pessoas (freqüentemente uma única pessoa) tomem iniciativas e assumam a responsabilidade pela maioria das áreas importantes de suas vidas (Critério 2). Os adultos com este transtorno tipicamente dependem de um dos pais ou do cônjuge para decidir onde devem viver, que tipo de trabalho devem ter e com que vizinhos devem fazer amizade. Os adolescentes com o transtorno podem permitir que seus pais decidam o que devem vestir, com quem devem sair, como devem passar seu tempo livre e que faculdade devem cursar. Esta necessidade de que os outros assumam a responsabilidade extrapola os pedidos de auxílio adequados à idade e à situação (por ex., as necessidades específicas de crianças, pessoas idosas e pessoas deficientes).

La implorante
Obra de Camille Claudel

 O Transtorno da Personalidade Dependente pode ocorrer em um indivíduo que possui uma séria condição médica geral ou deficiência, mas nestes casos a dificuldade em assumir responsabilidades deve ir além daquela que normalmente estaria associada a esta condição ou deficiência. Como temem perder o apoio ou aprovação, os indivíduos com Transtorno da Personalidade Dependente muitas vezes têm dificuldade em expressar discordância de outras pessoas, especialmente aquelas das quais dependem (Critério 3). Esses indivíduos sentem-se tão incapazes de funcionar sozinhos que preferem concordar com coisas que consideram erradas, a se arriscarem à perda da ajuda daqueles em quem buscam orientação. Eles não ficam zangados quando seria adequado com as pessoas cujo apoio e atenção necessitam, por medo de afastá-las. Se as preocupações do indivíduo relativas às conseqüências de expressar discordância são realistas (por ex., temores realistas de retribuição de um cônjuge abusivo), o comportamento não deve ser considerado uma evidência de Transtorno da Personalidade Dependente. Os indivíduos com este transtorno têm dificuldade em iniciar projetos ou fazer coisas de maneira independente (Critério 4). Eles carecem de autoconfiança e acreditam que precisam de auxílio para iniciar e realizar suas tarefas. Eles esperam que os outros "dêem a partida", por acreditarem que, via de regra, os outros sabem fazer melhor. [628]Estes indivíduos têm a convicção de serem incapazes de funcionar de modo independente e se apresentam como ineptos e carentes de constante auxílio. Entretanto, tendem a funcionar adequadamente quando recebem a garantia de que receberão supervisão e aprovação de outra pessoa. Eles podem ter medo de parecer ou de tornar-se mais competentes, por acreditar que isto levará ao abandono. Uma vez que confiam nos outros para a solução de seus problemas, freqüentemente não aprendem as habilidades de uma vida independente, desta forma perpetuando a dependência. Os indivíduos com Transtorno da Personalidade Dependente podem ir a extremos para obterem carinho e apoio, chegando ao ponto de se oferecerem para realizar tarefas desagradáveis, se este comportamento for capaz de trazer-lhes os cuidados de que necessitam (Critério 5). Eles dispõem-se a fazer as vontades dos outros, mesmo que as exigências sejam irracionais. 


Camille Claudel, L’Âge mur, 1898-1913


Sua necessidade de manter um vínculo emocional importante freqüentemente resulta em relacionamentos desequilibrados ou distorcidos. Eles podem fazer sacrifícios extraordinários ou tolerar abuso verbal, físico ou sexual (cabe notar que este comportamento deve ser considerado evidência de Transtorno da Personalidade Dependente apenas quando for claramente estabelecido que o indivíduo não dispõem de outras opções). Os indivíduos com este transtorno sentem desconforto ou desamparo quando estão sozinhos, pelo medo exagerado de serem incapazes de cuidar de si próprios (Critério 6). Eles podem "ficar colados" em outras pessoas importantes em suas vidas apenas para não ficar sozinhos, mesmo que não tenham interesse ou envolvimento no que está acontecendo. Quando um relacionamento significativo termina (por ex., rompimento de um namoro; morte de um dos pais), os indivíduos com Transtorno da Personalidade Dependente podem sair urgentemente em busca de outro relacionamento que ofereça os cuidados e o apoio de que necessitam (Critério 7). A crença em sua incapacidade de funcionar na ausência de um relacionamento íntimo motiva estes indivíduos a se envolverem rápida e indiscriminadamente com outra pessoa. Os indivíduos com este transtorno em geral se preocupam com temores de que serão abandonados à própria sorte (Critério 8). Eles se vêem como tão dependentes dos conselhos e ajuda de outra pessoa, que se preocupam com um abandono da parte desta, mesmo quando não há justificativa para esses temores. Para serem considerados evidências deste critério, os temores devem ser excessivos e irrealistas. Por exemplo, um homem idoso com câncer que se muda para a casa de um filho para obter auxílio apresenta um comportamento dependente adequado, dadas as suas circunstâncias de vida.


Características e Transtornos Associados

Os indivíduos com Transtorno da Personalidade Dependente muitas vezes se caracterizam por pessimismo e insegurança, tendem a menosprezar suas capacidades e realizações e podem constantemente referir a si mesmos como "tolos". Eles tomam críticas e reprimendas como provas de sua inutilidade e perdem a autoconfiança. Eles podem procurar ser superprotegidos e dominados pelos outros. O funcionamento ocupacional pode ficar comprometido se exigir a iniciativa independente. Eles podem evitar posições de responsabilidade e ficar ansiosos quando existe a necessidade inadiável de tomar uma decisão. As relações sociais tendem a se limitar àquelas poucas pessoas das quais o indivíduo é dependente. Pode haver um maior risco de Transtornos do Humor, Transtornos de Ansiedade e Transtorno de Ajustamento. O Transtorno da Personalidade Dependente muitas vezes co-ocorre com outros Transtornos da Personalidade, especialmente Transtornos da Personalidade Borderline, Esquiva e Histriônica. Uma doença física crônica ou um Transtorno de Ansiedade de Separação na infância ou adolescência podem predispor o indivíduo ao desenvolvimento deste transtorno.




Características Específicas à Cultura, à Idade e ao Gênero

O grau em que os comportamentos dependentes são considerados adequados varia substancialmente entre os diferentes grupos etários e sócio-culturais. Fatores etários e culturais precisam ser considerados na avaliação do limiar diagnóstico. O comportamento dependente deve ser considerado característico do transtorno apenas quando nitidamente excede as normas culturais do indivíduo ou reflete preocupações irrealistas. Uma ênfase na passividade, delicadeza e tratamento respeitoso é característica de algumas sociedades e pode ser interpretada erroneamente como traços de Transtorno da Personalidade Dependente. Da mesma forma, as sociedades podem apoiar e desencorajar de modo diferenciado o comportamento dependente em homens e mulheres. Este diagnóstico deve ser usado com grande cautela, se é que se aplica, em crianças e adolescentes, para os quais um comportamento dependente pode ser adequado em termos evolutivos. Em contextos clínicos, este transtorno é diagnosticado com maior freqüência em mulheres; entretanto, a taxa deste transtorno entre os sexos não difere significativamente da proporção geral do sexo feminino dentro do respectivo contexto clínico. Além disso, alguns estudos usando avaliações estruturadas relatam taxas similares de prevalência entre homens e mulheres.


Prevalência

O Transtorno da Personalidade Dependente está entre os Transtornos da Personalidade mais freqüentemente relatados em clínicas de saúde mental.


Diagnóstico Diferencial

O Transtorno da Personalidade Dependente deve ser diferenciado da dependência que surge como conseqüência de transtornos do Eixo I (por ex., Transtornos do Humor, Transtorno de Pânico e Agorafobia) e em decorrência de condições médicas gerais. O Transtorno da Personalidade Dependente tem um início precoce, um curso crônico e um padrão de comportamento que não ocorre exclusivamente durante um transtorno do Eixo I ou do Eixo III. Outros Transtornos da Personalidade podem ser confundidos com o Transtorno da Personalidade Dependente por terem certos aspectos em comum, de modo que é importante distinguir esses transtornos com base nas diferenças em seus aspectos característicos. Entretanto, se um indivíduo apresenta características de personalidade que satisfazem os critérios para um ou mais Transtornos da Personalidade além do Transtorno da Personalidade Dependente, todos podem ser diagnosticados. Embora muitos Transtornos da Personalidade se caracterizem por aspectos de dependência, o Transtorno da Personalidade Dependente pode ser diferenciado por seu comportamento predominantemente submisso, reativo e aderente. Tanto o Transtorno da Personalidade Dependente quanto o Transtorno da Personalidade Borderline caracterizam-se pelo medo do abandono; entretanto, o indivíduo com Transtorno da Personalidade Borderline reage ao abandono com sentimentos de vazio emocional, raiva e exigências, ao passo que o indivíduo com Transtorno da Personalidade Dependente reage com crescente humildade e submissão e busca urgentemente um relacionamento substituto, que lhe ofereça atenção e apoio. O Transtorno da Personalidade Borderline pode ainda ser distinguido do Transtorno da Personalidade Dependente por um padrão típico de relacionamentos instáveis e intensos. Os indivíduos com Transtorno da Personalidade Histriônica, como no Transtorno da Personalidade Dependente, têm uma forte necessidade de reasseguramento e aprovação, podendo parecer infantis e demasiadamente apegados. Entretanto, à diferença do Transtorno da Personalidade Dependente, que se caracteriza por uma auto-anulação e comportamento dócil, o Transtorno da Personalidade Histriônica caracteriza-se por uma exuberância gregária, com exigência ativa de atenção. Tanto o Transtorno da Personalidade Dependente quanto o Transtorno da Personalidade Esquiva caracterizam-se por sentimentos de inadequação, hipersensibilidade a críticas e necessidade de reasseguramento; contudo, os indivíduos com Transtorno da Personalidade Esquiva têm um medo tão grande da humilhação e rejeição, que se retraem até terem certeza de que serão aceitos. Em contrapardida, os indivíduos com Transtorno da Personalidade Dependente têm um padrão de busca e manutenção de conexões com outras pessoas que lhes são importantes, ao invés de evitarem e se absterem de relacionamentos. O Transtorno da Personalidade Dependente deve ser diferenciado de uma Alteração da Personalidade Devido a uma Condição Médica Geral, na qual os traços emergem devido aos efeitos diretos de uma condição médica geral sobre o sistema nervoso central. Ele também deve ser diferenciado de sintomas que podem desenvolver-se em associação com o uso crônico de substâncias (por ex., Transtorno Relacionado à Cocaína Sem Outra Especificação). Muitos indivíduos exibem traços de personalidade dependente, mas estes traços apenas constituem um Transtorno da Personalidade Dependente quando são inflexíveis, mal-adaptativos e persistentes e causam prejuízo funcional significativo ou sofrimento subjetivo.

Veja um exemplo na prática quando a dependência emocional se manifesta


"Simplesmente aconteceu
Não tem mais você e eu
No jardim dos sonhos
No primeiro raio de luar
Simplesmente amanheceu
Tudo volta a ser só eu
Nos espelhos
Nas paredes de qualquer lugar
Não tem segredo
Não tenha medo de querer voltar
A culpa é minha
Eu tenho o vício de me machucar
De me machucar
Lentamente aconteceu
Seu olhar largou do meu
Sem destino
Sem caminho certo pra voltar
Não tem segredo
Não tenha medo de querer voltar
A culpa é minha
Eu tenho o vício de me machucar
De me machucar
Ninguém ama porque quer"

Simplesmente aconteceu
Ana Carolina 


 

Critérios Diagnósticos para F60.7 - 301.6 Transtorno da Personalidade Dependente 



Uma necessidade invasiva e excessiva de ser cuidado, que leva a um comportamento submisso e aderente e a temores de separação, que começa no início da idade adulta e está presente em uma variedade de contextos, indicado por pelo menos cinco dos seguintes critérios:
(1) dificuldade em tomar decisões do dia-a-dia sem uma quantidade excessiva de conselhos e reasseguramento da parte de outras pessoas
(2) necessidade de que os outros assumam a responsabilidade pelas principais áreas de sua vida
(3) dificuldade em expressar discordância de outros, pelo medo de perder o apoio ou aprovação. Nota: Não incluir temores realistas de retaliação
(4) dificuldade em iniciar projetos ou fazer coisas por conta própria (em vista de uma falta de autoconfiança em seu julgamento ou capacidades, não por falta de motivação ou energia)
(5) vai a extremos para obter carinho e apoio de outros, a ponto de voluntariar-se para fazer coisas desagradáveis
(6) sente desconforto ou desamparo quando só, em razão de temores exagerados de ser incapaz de cuidar de si próprio
(7) busca urgentemente um novo relacionamento como fonte de carinho e amparo, quando um relacionamento íntimo é rompido
(8) preocupação irrealista com temores de ser abandonado à sua própria sorte. 



Fonte: 
Texto :  https://blogs.sapo.pt/cloud/file/b37dfc58aad8cd477904b9bb2ba8a75b/obaudoeducador/2015/DSM%20V.pdf

Obras : https://awarewomenartists.com/en/artiste/camille-claudel/



terça-feira, 12 de junho de 2018

Chiara Fersini



"Chiara Fersini (n. 1986) formou-se em línguas estrangeiras, inglês e japonês. Desde criança era cercada de arte. Sua mãe, pintora e decoradora, transmitiu a ela o amor pela beleza e incentivou sua inclinação pelas artes visuais. Seu interesse pela fotografia é muito recente; começou depois de uma jornada de estudo no Japão em 2007 e cresceu cada vez mais rápido coincidindo com a paixão pelo Photoshop. Mas a fotografia não é apenas uma paixão por Chiara, é a melhor maneira de mostrar o mundo intrincado que ela sente por dentro. Ela coloca em seus trabalhos seus medos, sonhos, sua tristeza e alegria e vê-los acontecendo em imagens é uma maneira de se sentir livre" Lindsay Lohan (1)

Chiara Fersini


.“Meu objetivo é retratar cada simples olhar da alma humana e incentivar as pessoas a sonhar e nunca deixar de acreditar em sonhos. - Chiara Fersini
Chiara Fersini


 (1) http://ifitshipitshere1.blogspot.com/2013/06/the-beautifully-ethereal-surreal-work.html



sábado, 9 de junho de 2018

Pais Tatuados também cuidam bem de seus filhos

POR TULIPABABY


Para quebrar o Tabu o blog faz uma Amostra Fotográfica de pais e mães tatuados cuidando seus filhos. Nas fotos o artista consegue capturar a beleza, a ternura, e aquele olhar e amor que só tem filhos entendem e sabem interpretar























Conheça o Tattooed Parents, que tem fanpage – aqui, e tumblr – aqui, e veja fotos incríveis de pais com seus bebês!

FONTE E IDEALIZAÇÃO

TulipaBaby Quarto de Bebê.



sexta-feira, 1 de junho de 2018

Um Pouco de mim

Por Rosangela Brunet

Em minha experiência venho aprendendo a me distanciar do ego e de me identificar com tudo que é forma no mundo. Há um Ser em mim que observa no Aqui e Agora,onde tudo existe. Aqui e Agora eu existo. Nessa Presença Eu sou.
Meu signo é libra com ascendente no céu......Sou esse intervalo de desejos se desviando entre as lacunas do outro que insiste em me idealizar.Não sou isso que queres ver.

Silencio tudo que me fazem desejar. Fico,então,com o esse sossego em mim.Meu céu.Um universo infinito.— viajando para para dentro de mim...

Meu elemento é terra , com cheiro de doce e colorido de framboesas frescas. Minha alma é antiga e tem sua nascente no céu. Escolho a paz pra viver e o amor para me transformar.Sou inclinada a solidão.Ela é minha fonte de imaginação e energia .Sou sinestésica e abraçar é minha forma de me ligar ao mundo.Apesar de minha objetividade estar me guiando, meu mundo subjetivo é que me faz ter sucesso. Deixei meus pensamentos ali....fui embora deixei que partissem ,e enfim encontrei-me no meio de mim, em paz , trazendo comigo tudo aquilo que nunca conheci.Estou inteira ,sobrevivi. Larguei meus pensamentos ali e corri ao meu encontro. Centrada. Cheguei lá, onde só existia amor..Ali minha existência se verbaliza e se transforma .Me torno, então quem eu realmente sou.Com coragem e um brilho nos olhos vou abrindo lentamente o presente, sem pressa de chegar no futuro, sem lágrimas deixadas no passado.
Previsão do Tempo:ele não existe para mim .Só o Aqui e Agora me inicia.Mesmo com as cinzas vulcânicas do passado e os montes do futuro em erupção. O Aqui e Agora é onde minha vida acontece com toda intensidade de um vulcão.
Só o presente me desvenda seus segredos , e os ventos chegam pra chover cura e trovejar transformação.

A temperatura no coração nunca cai
E nenhuma chama nos devora tão rapidamente quanto os afetos do ressentimento. O aborrecimento, a suscetibilidade doentia, a impotência de vingança, o desejo, a sede de vingança, o revolver venenos em todo sentido – para os exaustos é esta certamente a forma mais nociva de reação: produz um rápido consumo de energia nervosa, um aumento doentio de secreções prejudiciais, de bílis no estômago, por exemplo. O ressentimento é o proibido em si para o doente. (...) O ressentimento, nascido da fraqueza, não é prejudicial a ninguém mais que ao próprio fraco."
_____ Friedrich Nietzsche.

A vida é curta demais para viver desperdiçando o tempo com aquilo que nos traz negatividade e nos faz carregar o mundo na costas.Por isso, não tenho mais paciência para o cinismo, críticas e exigências em excesso. Depois dos quarenta ficamos mais exigentes e nossa percepção do mundo se transforma .Deixamos a arrogância de lado e de decidimos descer do palco e viver de verdade . Nossos passos agora passam longe de qualquer pretensiosismo, hipocrisia e desonestidade .Agora é tolerância zero com eruditismo seletivo e altivez acadêmica. A gente percebe que agradar a quem não se agrada da gente é energia desperdiçada, e amar quem não nos ama é cristianismos mal interpretado. Agora meu sorriso se abre para tudo que alegra meu dia e se distancia de quem quer roubar minha alegria..Já não dedico mais meu tempo com pessoas mentirosas e manipuladoras ..Pessoas com visão estreita do mundo e que menospreza tudo aquilo que é diferente me deixa cansada; Tento me afastar de quem gosta de espalhar notícia sem fundamento, boatos maldosos e se alimenta de intrigas , fofoca e mexerico.Conflitos e comparações para mim é um veneno a que não me exponho mais .Acredito que criamos um mundo de paz e mais feliz se aceitamos os opostos. E pessoas que acharam a verdade não cabem mais nele.